segunda-feira, 5 de maio de 2008

Especial * The Bombazines

Até ao fim de Maio o Manga Curta tem aberta uma edição especial para criar uma t-shirt/identidade gráfica para a banda portuense The Bombazines.

O prémio é de 300€ em dinheiro, 350€ em vale Manga Curta e ainda existirá um prémio surpresa. A decisão será da comunidade como de costume do Manga e da banda em sim.

Mais info:
http://www.mangacurta.com/especial

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Surifobia

Qual é a vossa fobia? Medo de água, de pombos, de libelinhas, de políticos?? Partilhem os vossos medos! Achei piada criar este samurai cibernético com uma armadura de corpo inteiro de aspecto invencível mas que se assusta com uma ratazana e fica numa pose um tanto ou quanto desajeitada, desorientado...

Mais uma Manga Curta à venda, a segunda do Cintrão no catálogo depois da Frankenstyle o que é um feito tendo em conta que equivale a uma média de 50% de propostas vencedoras...

Para comprarem esta Manga Curta
http://www.mangacurta.com/artigos/surifobia

domingo, 20 de abril de 2008

Portugal Genial

É quase um crime que não recomendemos este pequeno livro sobre as maiores genialidades do nosso pais, primeiro pelo discurso que temos tido da defesa do que é português e depois porque o próprio Manga Curta já citou várias vezes algumas passagens do mesmo.

O autor é Carlos Coelho, um dos fundadores da Ivity, uma das únicas agências de branding de Portugal e responsável pela criação e re-design de algumas das marcas mais conhecidas do n0sso cantinho (Galp, TAP, CTT...) e colecciona uma série de case studies que o mesmo escreveu semanalmente para o Diário Económico.

Um repto à valorização da marca Portugal!

Uma recomendação original do Rafael... o melhor de tudo é o preço acessível!

sábado, 5 de abril de 2008

Peter Saville

A experência é um aspecto muito importante na actividade de um Designer Gráfico ou de qualquer profissão. Este facto permite-nos concluir que não nascemos ensinados, seja para o que for. Este excerto de uma entrevista com o Designer Gráfico Peter Saville, que trabalhou com os famosos Joy Division, é uma excelente fonte de inspiração para todos nós.





Peter Saville

sexta-feira, 28 de março de 2008

Janus

Aproveito alguns instantes de ataraxia e liberdade laboral para explanar e divagar descomprometidamente. Desta feita, e por me encontrar distante e desprovido de um objectivo com este escrito, parto apenas de um mote ou preconização vulga de um tema, que na verdade, se bifurca neste binómio: premissa e concretização.


Exije-se de uma obra, de uma produção, invariavelmente a sua progenitura, que disponha de uma premissa, de um prefácio lógico e pensado que sustente a própria concepção; em última instância, apelidemos ou aceitemos a premissa de um discurso, diálogo ou reivindicação, como os pressupostos que regem e diligenciam o firmamento dessa mesma obra.


Ora, socorrendo-me do velho ditame: "De boas intenções está o inferno cheio.", o ardiloso busílis da premissa e do resultado da sua condição, é a incoerência frequentemente consumada entre o que se pretende e o que se consegue.


Acreditando na obra artística e, honrosamente humana, como oscilante, variável, indefinida, neste caso como noutros, a mise en scène, o invólucro e revestimento simbólico de uma produção, legitimam-na ou denigrem-na; existe por isso, aquilo a que chamo idiossincrasicamente: a condição de Janus, num projecto e consequente concretização; Janus, deus do passado e do futuro, dipondo as duas cabeças, uma para a frente (futuro), outra para trás (passado), descreve um pouco do que acredito ser o processo de edificação de algo: a premissa - a cabeça do passado, e a concretização - a cabeça do futuro; o perfeito conluio entre ambas é inverosímil; podemos apenas aspirar a um litígio entre o que desejamos e somos capazes de conseguir; mas, mais reverberante ainda, aquilo que somos capazes de conseguir desejar.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Reverse Graffiti

Nem mesmo aqueles que procuram ser amigos do ambiente são compreendidos.



Alexandre Orion (www.alexandreorion.com)

segunda-feira, 24 de março de 2008

Juízos

A primeira coisa que se ensina a um estudante de arte ou design é a diferenciar entre juízo de gosto e juízo de valor.

Juízo de gosto é aquele que todos temos desde a nascença, baseia-se apenas na experiência sensível de prazer ou desprazer com o objecto de apreciação estética. É um juízo extremamente subjectivo, dependente dos gostos aleatórios de cada um e como tal egoísta e na maioria das vezes injusto (principalmente se o apreciador tiver "mau gosto").

O juizo de valor baseia-se numa avaliação equilibrada e esclarecida (dentro das limitações de cada um) daquilo que são as qualidades e os defeitos do objecto estético. É um juízo justo (passo o pleonasmo) porque não se baseia apenas em gostos pessoais, mas sim numa equação de esforço técnico/criatividade com resultado estético final.

Exemplo de um juízo de valor, é o caso de uma ilustração de que não gostamos pela cor, ou pelo estilo de desenho mas que avaliamos como muito boa pela qualidade técnica, pela genialidade do conceito ou até mesmo pelo grau de dedicação e esforço que transpira do trabalho.

E não precisamos de ser artistas, nem designers para fazer juízos de valor, até porque no caso de sermos leigos na matéria o valor do trabalho é sempre maior! Afinal, se não sabemos como se faz ou se não conseguimos fazer melhor, será que isso não confere logo um valor elevado ao que está sob apreciação?

A próxima vez que avaliarem algo, lembrem-se que não está em jogo apenas o vosso gosto mas também o valor intrínseco daquilo que avaliam...